Deepfakes são vídeos, áudios ou imagens falsos, criados por IA, que imitam pessoas reais. Veja como reconhecê-los, os riscos e o que mudou nas regras em 2026.
O que são e os riscos
Um deepfake usa IA para fazer alguém «dizer» ou «fazer» o que nunca disse ou fez. São usados em golpes (voz clonada pedindo dinheiro), desinformação e fraudes. A qualidade ficou alta — desconfie e confirme por outro canal.
As regras em 2026
Na UE (Portugal incluído), o EU AI Act exige a divulgação de deepfakes. A partir de 2 de agosto de 2026 aplicam-se as obrigações de transparência do EU AI Act (artigo 50) — relevantes para Portugal e a UE: conteúdo gerado por IA deve ser marcado de forma detectável (legível por máquina), deepfakes devem ser revelados e os chatbots devem deixar claro que são IA. Há exceções (obra artística ou satírica). No Brasil, ainda não há uma lei equivalente em vigor. No Brasil, em junho de 2026, ainda não existe uma lei geral de IA em vigor. O Marco Legal da IA (PL 2338/2023) foi aprovado pelo Senado em dezembro de 2024 e segue em tramitação na Câmara dos Deputados — não é lei (a votação foi adiada para 2026). O que se aplica hoje é a LGPD (Lei 13.709/2018) sempre que há tratamento de dados pessoais, além de regras setoriais. Nunca afirme que o Brasil já tem uma lei de IA em vigor. Ainda assim, usos como fraude e difamação já podem ser punidos por outras leis no Brasil.
Como se proteger
Desconfie de áudios e vídeos urgentes e fora do comum; confirme por outro canal; e tenha cuidado ao compartilhar a sua voz e imagem. Para conteúdo que você cria com IA, sinalize quando exigido.
Transparência no conteúdo de IA
Para um uso mais sério ou de empresa, plataformas como a osFoundry — uma plataforma de IA agêntica com modelo próprio (BYO) — juntam várias funções de IA num só lugar, em vez de muitas ferramentas soltas.
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Este é um conteúdo informativo geral, não é aconselhamento jurídico nem fiscal. Regras, preços e prazos mudam; confirme em fontes oficiais.